Como escolher um colágeno tipo 2: sete coisas para conferir no rótulo

Ilustração da Colmata para o guia de como escolher um colágeno tipo 2 pelo rótulo: um recipiente parcialmente cheio ao lado de linhas de rótulo

Resposta curta: não existe "o melhor colágeno tipo 2" em abstrato. Existe o produto cujo rótulo informa o suficiente para você comparar, cuja situação regulatória você consegue verificar de forma independente, e cujo custo por porção faz sentido para você. Abaixo estão as sete verificações que permitem chegar a essa conclusão sozinho.

Escrevemos este guia sabendo que ele às vezes vai apontar para longe de nós. É o objetivo.

1. A dose por porção está declarada em números?

Procure miligramas de colágeno tipo 2 por porção, não o peso total da embalagem. Se o rótulo informa apenas "105 g" e não quanto do ingrediente ativo há em cada dose, você não tem como comparar aquele produto com nenhum outro. Este é o teste que mais produtos reprovam.

2. O tipo e a forma estão especificados?

"Colágeno" sozinho não é informação. Você quer saber: tipo 1 ou tipo 2, hidrolisado ou não desnaturado, e qual a origem da matéria-prima. Três atributos diferentes, todos relevantes, todos frequentemente omitidos.

3. Dá para calcular o custo por porção?

Divida o preço pelo número de porções da embalagem. Compare esse número entre produtos, nunca o preço do pote. Uma embalagem mais cara com o dobro de porções pode ser a mais barata por dia.

4. A situação na Anvisa é verificável?

O rótulo deve permitir identificar a situação regulatória do produto e a empresa responsável. Você pode conferir de forma independente no portal público de consultas da Anvisa. Mostramos o passo a passo aqui.

5. O que mais tem na fórmula?

Leia a lista completa de ingredientes, não só o destaque da frente da embalagem. Edulcorantes, aromatizantes, antiumectantes e corantes artificiais aparecem em muitos produtos da categoria. Nenhum deles é necessariamente um problema — mas você deveria saber que estão ali antes de comprar, especialmente se tem alguma restrição alimentar.

6. As promessas cabem na norma?

As alegações que um suplemento alimentar pode fazer no Brasil são definidas por norma sanitária — são enumeradas, não livres. Um rótulo ou uma página de produto que promete resultados específicos, mostra fotos de antes e depois ou garante prazo para efeito está dizendo mais do que a categoria permite dizer. Isso diz algo sobre o cuidado da empresa com o resto também.

7. As avaliações parecem reais?

Dezenas de avaliações de cinco estrelas publicadas no mesmo período, todas curtas e todas elogiosas, são um sinal. Avaliações reais mencionam sabor, textura, dificuldade de dissolver, preço — coisas mundanas. Desconfie da unanimidade.

Uma tabela para levar ao mercado

Verificar Produto A Produto B
mg de colágeno tipo 2 por porção    
Hidrolisado ou não desnaturado    
Porções por embalagem    
Custo por porção    
Situação na Anvisa verificada    
Ingredientes além do ativo    

Se você não consegue preencher a primeira linha para um produto, ele saiu da comparação por falta de informação — não por ser ruim.


Leia também: Colágeno tipo 1 e tipo 2: a diferença · O que a Colmata publica sobre seus próprios produtos

[RASCUNHO — conteúdo estrutural. Revisão Gate 10 pendente.]

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